Conheça meu trabalho
Talvez você não tenha se perdido de si. Talvez apenas tenha passado tempo demais se enxergando através das lentes daquilo que viveu.
Existem momentos em que olhamos para a própria vida e nos perguntamos como chegamos até ali.
Por que repetimos determinados padrões?
Por que algumas situações parecem mudar de cenário, mas despertam sempre os mesmos sentimentos?
Por que é tão fácil reconhecer o valor de quem está ao nosso redor e, às vezes, tão difícil reconhecer o nosso?
Meu trabalho nasce desse lugar.
Da compreensão de que, antes de tentar mudar a direção da nossa vida, precisamos desenvolver clareza para perceber o que tem influenciado nossas escolhas, nossos pensamentos, nossas emoções e a maneira como nos relacionamos conosco e com o mundo.
Eu não acredito em fórmulas prontas.
Acredito em consciência.
Porque quando começamos a compreender a nossa própria história, podemos também começar a enxergar novas possibilidades para ela.
Eu também precisei aprender a olhar para mim
Durante muito tempo, eu não conseguia reconhecer meu próprio valor.
Houve uma época em que eu realmente acreditava que era um projeto que não tinha dado certo.
Minha história atravessou experiências de abandono, rejeição, traições, humilhações e momentos em que precisei me reconstruir emocionalmente quando já não conseguia enxergar com clareza o que poderia existir depois da dor.
E talvez uma das descobertas mais importantes da minha trajetória tenha sido esta:
O que aconteceu comigo fazia parte da minha história, mas não precisava decidir sozinha o que eu faria com o restante dela.
Foi através do autoconhecimento e do desenvolvimento humano que comecei a perceber crenças, pensamentos e padrões que influenciavam a maneira como eu enxergava a mim mesma e me posicionava diante da vida.
Aos poucos, comecei a trocar as lentes.
Não para fingir que determinadas experiências não aconteceram.
Mas para deixar de olhar para mim apenas através delas.
Foi quando novos horizontes começaram a aparecer.
Foi da minha própria reconstrução que nasceu uma missão
Minha história despertou em mim uma pergunta:
Se aprender a me compreender mudou a maneira como eu passei a enxergar a minha vida, como eu poderia usar esse aprendizado para ajudar outras mulheres a também olharem para as suas histórias com mais clareza?
Essa pergunta deixou de ser apenas pessoal e passou a fazer parte da minha formação e da minha vida profissional.
Sou formada em Desenvolvimento Humano e em Terapia Emocional, e continuo aprofundando meus estudos sobre comportamento, emoções, autoconhecimento e neurociência.
Mas existe uma parte do meu trabalho que nenhum certificado poderia me entregar sozinho:
Eu conheço a diferença entre estudar um caminho e precisar percorrê-lo.
Foi dessa união entre conhecimento, experiência e propósito que nasceu a maneira como desejo servir.
Mente • Coração • Propósito
Esses três elementos representam a forma como enxergo o desenvolvimento humano.
MENTE
Olhar para crenças, pensamentos, interpretações e padrões que foram sendo construídos ao longo da vida.
Não para procurar culpados pelo passado, mas para compreender o que pode estar influenciando a maneira como você vive o presente.
CORAÇÃO
Reconhecer a própria história emocional.
Olhar para aquilo que doeu sem permitir que a dor se torne a única definição de quem você é.
Desenvolver uma relação consigo mesma em que exista mais percepção, gentileza, responsabilidade e respeito pelo próprio processo.
PROPÓSITO
Para mim, propósito não significa necessariamente realizar algo grandioso aos olhos do mundo.
Significa encontrar sentido.
Perceber aquilo que importa para você, reconhecer seus valores e começar a construir uma vida mais coerente com aquilo em que acredita e com a pessoa que deseja ser.
E, algumas vezes, descobrir que aquilo que um dia foi apenas uma experiência difícil também pode se transformar em aprendizado, serviço e contribuição para outras pessoas.
Clareza. Raiz. Ressignificação. Escolha.
Esses quatro movimentos traduzem a filosofia que orienta o meu trabalho.
Clareza
Perceber o que está acontecendo dentro de você e reconhecer padrões que talvez estejam funcionando no automático.
Raiz
Investigar sua história e compreender experiências, relações, ambientes e aprendizados que podem ter contribuído para a construção desses padrões.
Ressignificação
Questionar interpretações e crenças que já não representam quem você deseja ser, construindo outras maneiras de compreender a si mesma e a própria história.
Escolha
Com mais consciência, começar a assumir uma participação mais ativa nas decisões, nos limites, nos relacionamentos e nos caminhos que deseja construir.
Não se trata de apagar quem você foi.
Trata-se de não deixar que somente o passado decida quem você ainda pode ser.
Antes de mudar a rota, é preciso perceber para onde você está indo
Muitos dos nossos comportamentos não começaram ontem.
Ao longo da vida, somos influenciadas pelas relações que tivemos, pelos ambientes em que vivemos, pelas figuras que exerceram autoridade sobre nós, pelas experiências que atravessamos e pelos significados que fomos atribuindo a tudo isso.
Algumas dessas experiências podem contribuir para a construção de crenças e padrões que carregamos por muito tempo sem sequer perceber.
Por isso, meu olhar começa pela clareza.
Observar.
Investigar.
Questionar.
Compreender.
Não para permanecer presa ao passado, mas para entender melhor o presente e ampliar as possibilidades para o futuro.
Porque aquilo que você aprendeu sobre si ao longo da vida não precisa ser aceito automaticamente como uma verdade definitiva sobre quem você é.
Você não precisa ter todas as respostas para começar a se compreender.
“Talvez você tenha chegado até aqui carregando perguntas que ainda não conseguiu responder.
E tudo bem.
O primeiro movimento nem sempre é encontrar uma resposta.
Às vezes, é começar a fazer perguntas diferentes — e olhar para si mesma com mais consciência, curiosidade e menos julgamento.”
“É nesse espaço de consciência que o meu trabalho acontece.
Não para dizer quem você deve ser ou qual caminho deve seguir.
Mas para ajudar você a enxergar com mais clareza aquilo que talvez tenha ficado escondido entre experiências, crenças, emoções e padrões — para que as suas próximas escolhas possam partir de um lugar mais consciente.”
Talvez o próximo passo seja voltar a olhar para você.
“Talvez você não precise mudar toda a sua vida de uma vez.
Talvez o começo seja simplesmente compreender melhor o lugar de onde você tem feito as suas escolhas.
Olhar para a própria história com mais consciência não significa viver presa ao que passou.
Significa reconhecer o que merece ser compreendido, o que pode ser ressignificado e aquilo que você deseja escolher de maneira diferente daqui para frente.”
“Meu papel não é caminhar por você.
É ajudar você a enxergar melhor o caminho, compreender o que talvez esteja dificultando os seus passos e perceber que podem existir outras possibilidades além daquelas que você conseguiu enxergar até aqui.
Porque a sua história explica muita coisa sobre você — mas ela não precisa escrever sozinha os próximos capítulos.”